quinta-feira, 16 de maio de 2013

Ai, moço...



Não me contento em sentir seu cheiro doce
Seu perfume amadeirado, apenas uma vez.
Quero seu abraço, seu sorriso ambíguo.
Eu quero seus cachos todo mês.

O cheirinho bom do seu pescoço
E suas palavras bonitas
Ai, moço
Tu me deixas aflita

Devolve esse coração
Que já não pertence só à mim
E tenha compaixão, meu bem
Não seja assim
Porque já sou refém
E sofro, sim

Vem, porque quero seu abraço
No amasso
No macio do meu colchão
Com agraço
No passo
Em início de confusão

Do empecilho, passo por cima
E faço até rima
Pra ganhar o seu afeto
Não me desanima
Não preciso do concreto
Só te quero por completo

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